A história da Marcha Nupcial

 

Muitos não sabem, mas existem duas músicas diferentes chamadas de ‘Marchas’ para o casamento. Elas vieram de dois espetáculos teatrais distintos. Uma de ‘Lohengin’, opera de Richard Wagner, de 1850 e a outra, mais conhecida aqui no Brasil, é de ‘Sonho de uma noite de verão’, baseada na obra de mesmo nome de William Shakespeare, composta por Félix Mendelssohn em 1842.

O curioso é que ambas as peças são romances estilo tragicomédia. Retratam o amor de forma obscura e irônica. Entretanto, desde 1847, a ‘Marcha Nupcial’ de Mendelssohn é tocada em casamentos reais. Mas, foi em 1858 que as marchas ficaram famosas e populares em muitos países, pois foram tocadas no casamento da princesa Victoria, da Inglaterra, com o príncipe Frederico William.

Na época, foi o casamento mais comentado pois Victoria inovou em vários pontos. Ela própria escolheu o repertório musical de seu casamento, que incuiu a marcha de Wagner na entrada da noiva e a Marcha de Mendelssohn no cortejo de saída.

Victoria inovou também, pois se casou por amor, o que não acontecia naquela época, além de ter usado pela primeira vez o vestido branco, visto que no século XVII as nobres usavam vestidos vermelhos ou dourados.

No Brasil, a preferida das noivinhas é a marcha de Mendelssohn, diferentemente da Europa e EUA, onde a mais tocada é a de Wagner, principalmente na saída.

 

 

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